sábado, 31 de janeiro de 2009

"Dialogo"

Fala-se tanto em dialogo, em problemas de comunicação, como se dialogar fosse apenas falar o que pensa do outro, fosse apenas conseguir expor suas razões ou externarlizar opiniões numa fala entre pessoas.
Dialogar, ás vezes, mais parece um duelo de opiniões expostas mutuamente, num desejo de poder pelo predomínio da razão e da posse, da verdade absoluta, individual e única. Entretanto, para que haja um contato autentico e produtivo dentro de uma relação, falar somente com o outro, e achar que isso é suficiente.
O silencio inerente ao ouvir é sábio, nestes momentos. Só o silencio me permite sentir o outro e entender um pouco do que ele pensa e percebe. Se em qualquer relação onde a missão de educar e repassar valores são componentes fundamentais, o ouvir é condição básica para que um canal se faça e permita a construção de uma ponte eficaz para essa transmissão.
Ouvir não deve ser confundido com passividade, nem visto como um recurso estratégico para poder realizar argumentações de caráter defensivo que só visam uma posse de poder no contato que esta sendo desenvolvido.Ouvir em função de um dialogo real, é resultado de uma opção consciente por parte de quem deseja compreender o que se passa com o outro de modo solidário e sem preconceitos, visando uma resolução madura de conflitos ou um entendimento mais autentico da situação.
Ouviu para dialogar é uma tarefa difícil, pois envolve humildade em reconhecer as próprias falhas, em admitir a racionalidade de fundamentos que são nossos, em estar abertos em aprender quando queríamos ensinar.
Ouvir nosso aluno é antes de tudo estar aberto á possibilidade de lidar com fatos novos, a aprender que não existe uma única verdade e que estamos envolvidos num processo relacional da qual temos, pelo menos, parcial responsabilidade.
Ouvir, para que haja um dialogo, é antes de tudo despir a armadura da acusação e procurar compreender o que se esconde por detrás do obvio. É fato que o professor, ao longo do tempo, foi perdendo prestigio e respeito perante a sociedade o que acabou afetando sua posição hoje na sala de aula. Essa situação não deve continuar. É preciso resgatar a imagem do professor e valorizar o seu importante papel na escola e na sociedade.
O professor de século XXI, deve funcionar como um facilitador no acesso a informações. Deve funcionar como um bom amigo que auxilia o sujeito a conhecer o mundo e seus problemas, seus fatos, suas injustiças e sua solidariedades, de forma que o aluno possa caminhar com liberdade. Em contra partida , o aluno deve respeitar o espaço escolar e valorizar o professor, sabendo aproveitar a magia do momento, o encantamento do aprender- ensinar- aprender. Portanto, o professor hoje é aquele que ensina o aluno a aprender e a ensinar a outrem o que aprendeu.
Assim deve ser a relação professor- aluno, o aluno precisa aprender e o professor precisa aprender a reaprender sempre.
Fala-se tanto em dialogo, em problemas de comunicação, como se dialogar fosse apenas falar o que pensa do outro, fosse apenas conseguir expor suas razões ou externarlizar opiniões numa fala entre pessoas.
Dialogar, ás vezes, mais parece um duelo de opiniões expostas mutuamente, num desejo de poder pelo predomínio da razão e da posse, da verdade absoluta, individual e única. Entretanto, para que haja um contato autentico e produtivo dentro de uma relação, falar somente com o outro, e achar que isso é suficiente.
O silencio inerente ao ouvir é sábio, nestes momentos. Só o silencio me permite sentir o outro e entender um pouco do que ele pensa e percebe. Se em qualquer relação onde a missão de educar e repassar valores são componentes fundamentais, o ouvir é condição básica para que um canal se faça e permita a construção de uma ponte eficaz para essa transmissão.
Ouvir não deve ser confundido com passividade, nem visto como um recurso estratégico para poder realizar argumentações de caráter defensivo que só visam uma posse de poder no contato que esta sendo desenvolvido.Ouvir em função de um dialogo real, é resultado de uma opção consciente por parte de quem deseja compreender o que se passa com o outro de modo solidário e sem preconceitos, visando uma resolução madura de conflitos ou um entendimento mais autentico da situação.
Ouviu para dialogar é uma tarefa difícil, pois envolve humildade em reconhecer as próprias falhas, em admitir a racionalidade de fundamentos que são nossos, em estar abertos em aprender quando queríamos ensinar.
Ouvir nosso aluno é antes de tudo estar aberto á possibilidade de lidar com fatos novos, a aprender que não existe uma única verdade e que estamos envolvidos num processo relacional da qual temos, pelo menos, parcial responsabilidade.
Ouvir, para que haja um dialogo, é antes de tudo despir a armadura da acusação e procurar compreender o que se esconde por detrás do obvio. É fato que o professor, ao longo do tempo, foi perdendo prestigio e respeito perante a sociedade o que acabou afetando sua posição hoje na sala de aula. Essa situação não deve continuar. É preciso resgatar a imagem do professor e valorizar o seu importante papel na escola e na sociedade.
O professor de século XXI, deve funcionar como um facilitador no acesso a informações. Deve funcionar como um bom amigo que auxilia o sujeito a conhecer o mundo e seus problemas, seus fatos, suas injustiças e sua solidariedades, de forma que o aluno possa caminhar com liberdade. Em contra partida , o aluno deve respeitar o espaço escolar e valorizar o professor, sabendo aproveitar a magia do momento, o encantamento do aprender- ensinar- aprender. Portanto, o professor hoje é aquele que ensina o aluno a aprender e a ensinar a outrem o que aprendeu.
Assim deve ser a relação professor- aluno, o aluno precisa aprender e o professor precisa aprender a reaprender sempre.
Fala-se tanto em dialogo, em problemas de comunicação, como se dialogar fosse apenas falar o que pensa do outro, fosse apenas conseguir expor suas razões ou externarlizar opiniões numa fala entre pessoas.
Dialogar, ás vezes, mais parece um duelo de opiniões expostas mutuamente, num desejo de poder pelo predomínio da razão e da posse, da verdade absoluta, individual e única. Entretanto, para que haja um contato autentico e produtivo dentro de uma relação, falar somente com o outro, e achar que isso é suficiente.
O silencio inerente ao ouvir é sábio, nestes momentos. Só o silencio me permite sentir o outro e entender um pouco do que ele pensa e percebe. Se em qualquer relação onde a missão de educar e repassar valores são componentes fundamentais, o ouvir é condição básica para que um canal se faça e permita a construção de uma ponte eficaz para essa transmissão.
Ouvir não deve ser confundido com passividade, nem visto como um recurso estratégico para poder realizar argumentações de caráter defensivo que só visam uma posse de poder no contato que esta sendo desenvolvido.Ouvir em função de um dialogo real, é resultado de uma opção consciente por parte de quem deseja compreender o que se passa com o outro de modo solidário e sem preconceitos, visando uma resolução madura de conflitos ou um entendimento mais autentico da situação.
Ouviu para dialogar é uma tarefa difícil, pois envolve humildade em reconhecer as próprias falhas, em admitir a racionalidade de fundamentos que são nossos, em estar abertos em aprender quando queríamos ensinar.
Ouvir nosso aluno é antes de tudo estar aberto á possibilidade de lidar com fatos novos, a aprender que não existe uma única verdade e que estamos envolvidos num processo relacional da qual temos, pelo menos, parcial responsabilidade.
Ouvir, para que haja um dialogo, é antes de tudo despir a armadura da acusação e procurar compreender o que se esconde por detrás do obvio. É fato que o professor, ao longo do tempo, foi perdendo prestigio e respeito perante a sociedade o que acabou afetando sua posição hoje na sala de aula. Essa situação não deve continuar. É preciso resgatar a imagem do professor e valorizar o seu importante papel na escola e na sociedade.
O professor de século XXI, deve funcionar como um facilitador no acesso a informações. Deve funcionar como um bom amigo que auxilia o sujeito a conhecer o mundo e seus problemas, seus fatos, suas injustiças e sua solidariedades, de forma que o aluno possa caminhar com liberdade. Em contra partida , o aluno deve respeitar o espaço escolar e valorizar o professor, sabendo aproveitar a magia do momento, o encantamento do aprender- ensinar- aprender. Portanto, o professor hoje é aquele que ensina o aluno a aprender e a ensinar a outrem o que aprendeu.
Assim deve ser a relação professor- aluno, o aluno precisa aprender e o professor precisa aprender a reaprender sempre.
Fala-se tanto em dialogo, em problemas de comunicação, como se dialogar fosse apenas falar o que pensa do outro, fosse apenas conseguir expor suas razões ou externarlizar opiniões numa fala entre pessoas.
Dialogar, ás vezes, mais parece um duelo de opiniões expostas mutuamente, num desejo de poder pelo predomínio da razão e da posse, da verdade absoluta, individual e única. Entretanto, para que haja um contato autentico e produtivo dentro de uma relação, falar somente com o outro, e achar que isso é suficiente.
O silencio inerente ao ouvir é sábio, nestes momentos. Só o silencio me permite sentir o outro e entender um pouco do que ele pensa e percebe. Se em qualquer relação onde a missão de educar e repassar valores são componentes fundamentais, o ouvir é condição básica para que um canal se faça e permita a construção de uma ponte eficaz para essa transmissão.
Ouvir não deve ser confundido com passividade, nem visto como um recurso estratégico para poder realizar argumentações de caráter defensivo que só visam uma posse de poder no contato que esta sendo desenvolvido.Ouvir em função de um dialogo real, é resultado de uma opção consciente por parte de quem deseja compreender o que se passa com o outro de modo solidário e sem preconceitos, visando uma resolução madura de conflitos ou um entendimento mais autentico da situação.
Ouviu para dialogar é uma tarefa difícil, pois envolve humildade em reconhecer as próprias falhas, em admitir a racionalidade de fundamentos que são nossos, em estar abertos em aprender quando queríamos ensinar.
Ouvir nosso aluno é antes de tudo estar aberto á possibilidade de lidar com fatos novos, a aprender que não existe uma única verdade e que estamos envolvidos num processo relacional da qual temos, pelo menos, parcial responsabilidade.
Ouvir, para que haja um dialogo, é antes de tudo despir a armadura da acusação e procurar compreender o que se esconde por detrás do obvio. É fato que o professor, ao longo do tempo, foi perdendo prestigio e respeito perante a sociedade o que acabou afetando sua posição hoje na sala de aula. Essa situação não deve continuar. É preciso resgatar a imagem do professor e valorizar o seu importante papel na escola e na sociedade.
O professor de século XXI, deve funcionar como um facilitador no acesso a informações. Deve funcionar como um bom amigo que auxilia o sujeito a conhecer o mundo e seus problemas, seus fatos, suas injustiças e sua solidariedades, de forma que o aluno possa caminhar com liberdade. Em contra partida , o aluno deve respeitar o espaço escolar e valorizar o professor, sabendo aproveitar a magia do momento, o encantamento do aprender- ensinar- aprender. Portanto, o professor hoje é aquele que ensina o aluno a aprender e a ensinar a outrem o que aprendeu.
Assim deve ser a relação professor- aluno, o aluno precisa aprender e o professor precisa aprender a reaprender sempre.

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